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Ao apresentarem as vivências recolhidas no processo de constituição do fórum permanente de Centros de Convivência e Cultura (Ceco) no estado do Rio de Janeiro, Alvarez et al (2022) indicam a atividade de convivência como produção do comum. Eles reconhecem os fóruns como espaço de compartilhamento das experiências vivenciadas pelos conviventes (usuários, familiares, trabalhadores do Ceco e de outros dispositivos, gestores, artistas e outros) e de construção da política pública. Nesse contexto, o uso da palavra convivente objetiva:
possibilitar a abertura para a manutenção dos lugares instituídos
nomear os usuários de outros serviços como participantes do Ceco
permitir que todos possam se transformar a partir da experimentação de outros lugares
afirmar o lugar dos usuários nos espaços de convivência e dos profissionais na construção da política pública