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Para Judith Butler em ‘Problemas de Gênero: feminismo e subversão da identidade’ “o gênero só pode denotar uma unidade de experiência de sexo, gênero e desejo, quando se entende que o sexo em algum sentido exige um gênero” (BUTLER, 2003, p.45). Desse modo, para a mesma autora, é correto afirmar que o sexo em algum sentido exige um gênero – sendo o gênero uma designação
natural, não cultural do eu – e um desejo – sendo o desejo homoafetivo, e portanto, diferenciando-se mediante uma relação de oposição ao outro gênero que ele deseja.
psíquica, mas não cultural do eu – e um desejo – sendo o desejo homoafetivo, e portanto, diferenciando-se mediante uma relação de oposição ao outro gênero que ele deseja.
psíquica e/ou cultural do eu – e um desejo – sendo o desejo uma constante diferenciação que se faz mediante uma relação de oposição ao outro gênero que ele deseja.
psíquica e/ou cultural do eu – e um desejo – sendo o desejo heterossexual, e portanto, diferenciando-se mediante uma relação de oposição ao outro gênero que ele deseja.
psíquica natural, não cultural do inconsciente – e um desejo – sendo o desejo heterossexual, e portanto, aproximando-se ao outro mediante uma relação de oposição ao gênero oposto que ele deseja.