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Tulio Augusto Custódio em ‘Per-vertido Homem Negro: reflexões sobre masculinidades negras a partir de categorias de sujeição’ define masculinidades como “processos de configurações da prática que não devem ser vistos como equivalentes de homem, pois masculinidades são processos e não grupos de pessoas” (CUSTÓDIO, 2019, p.146). Nesse sentido as masculinidades, para o mesmo autor, são:
Lugares de privilégio que fazem com que os homens brancos recebam dividendos com base em uma dita subordinação geral dos homens negros ao colonialismo.
Lugares de privilégio que impossibilita que a maioria dos homens negros receba os mesmos dividendos patriarcais que os homens brancos recebem com base em uma subordinação geral das mulheres, ao feminino.
Lugares de privilégio que fazem com que a maioria dos homens receba dividendos patriarcais com base em uma dita subordinação geral das mulheres, ao feminino.
Territórios existenciais que fazem com que a maioria dos homens perceba seu lugar no mundo com base na sua cultura.
Territórios existenciais que impossibilitam a maioria dos homens perceber seu lugar no mundo com base em uma hierarquia de valores.