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Amarante e Torre (2017) analisam que, no campo da saúde mental, as experiências artístico-culturais estariam produzindo:
a redefinição dos conceitos de saúde e doença mental, aproximando-os da perspectiva da psiquiatria preventiva norte-americana
a inclusão do usuário dos serviços de saúde mental, promovendo seu reconhecimento social a partir do diagnóstico psiquiátrico
uma problematização da noção de arte e cultura como terapêutica, questionando o discurso técnico e especializado
uma proposta de renovação do arsenal terapêutico psiquiátrico, alinhada com o paradigma científico moderno