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Acerca da relação entre as dimensões clínica e política no processo da Reforma Psiquiátrica, Cruz e Fernandes (2012) apontam que a:
constante prevalência da dimensão clínica sobre a dimensão política constitui-se como um dado permanente no cotidiano dos serviços substitutivos de cuidado
dimensão clínica deve se apoiar no modelo médico-psiquiátrico, investindo em estratégias que promovam o cuidado e a tutela dos pacientes psicóticos
oferta de um espaço para a convivência e a socialização é suficiente para restaurar nos sujeitos a capacidade de fazer laços sociais
prática de cuidado deveria ser empreendida com a apropriação das características clínicas que marcam a estrutura psicótica