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Texto para responder às questões de 1 a 5.
A história da psicologia, a rigor, não existe, ao menos no singular. Existem, sim, inúmeras maneiras de conceber o campo do “psicológico” e outras tantas maneiras de se inserir nesse campo, intervindo nele, praticando “psicologia”. Entre as maneiras de pensar o “psicológico” há mesmo quem pretenda descartar-se desta denominação e dar preferência a outros conceitos, como “conduta” ou “comportamento”. Entre os que se situam no campo do psicológico, há também os que pretendem fazer outra coisa que não “psicologia” como, por exemplo, “psicanálise”. Reunir essa ampla gama de perspectivas não é tarefa fácil e pode ser, inclusive, considerada impossível: inevitavelmente, em qualquer exposição desse conjunto algo caótico, qualquer aparência de unidade será conquistada com base em vieses e preferências pessoais, dando-se relevo a certos elementos, deixando outros na sombra ou mesmo de fora.
FIGUEIREDO, L. C. Prefácio. IN: A. M JACÓ-VILELA, A. A. L. FERREIRA & F. T. PORTUGAL (Orgs.). História da psicologia: rumos e percursos (p. 09). Rio de Janeiro: NAU, 2006.
Um dos principais críticos à psicologia insurgente do século 18 foi o filósofo Immanuel Kant. Esse teórico propôs um conjunto de críticas que ficaram conhecidas como vetos. Nesse sentido, assinale a alternativa que expressa corretamente exemplos de vetos kantianos.
Da natureza inquantificável do objeto da psicologia; e a possibilidade de o sujeito ser ao mesmo tempo objeto.
Da indivisibilidade do fenômeno psíquico; e a psicologia poder ter o mesmo método das ciências naturais.
O ser humano dotado de autonomia; e a natureza quantificável do objeto da psicologia.
Da natureza inquantificável da psicologia; e a psicologia não poder ter o mesmo método das ciências naturais.