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Texto para responder às questões de 1 a 5.
A história da psicologia, a rigor, não existe, ao menos no singular. Existem, sim, inúmeras maneiras de conceber o campo do “psicológico” e outras tantas maneiras de se inserir nesse campo, intervindo nele, praticando “psicologia”. Entre as maneiras de pensar o “psicológico” há mesmo quem pretenda descartar-se desta denominação e dar preferência a outros conceitos, como “conduta” ou “comportamento”. Entre os que se situam no campo do psicológico, há também os que pretendem fazer outra coisa que não “psicologia” como, por exemplo, “psicanálise”. Reunir essa ampla gama de perspectivas não é tarefa fácil e pode ser, inclusive, considerada impossível: inevitavelmente, em qualquer exposição desse conjunto algo caótico, qualquer aparência de unidade será conquistada com base em vieses e preferências pessoais, dando-se relevo a certos elementos, deixando outros na sombra ou mesmo de fora.
FIGUEIREDO, L. C. Prefácio. IN: A. M JACÓ-VILELA, A. A. L. FERREIRA & F. T. PORTUGAL (Orgs.). História da psicologia: rumos e percursos (p. 09). Rio de Janeiro: NAU, 2006.
“Psicologia cultural” e “Psicologia do povo” são duas importantes obras da história da psicologia, que remetem a aspectos desafiadores para a investigação no âmbito das ciências psicológicas em seus primórdios. Nesse contexto, assinale a alternativa que corresponde à afiliação teórica dessas duas obras.
Lev Semionovitch Vygotsky
Jean Piaget
Wilhelm Wundt
Alexander Luria