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Em um ambulatório de saúde mental para adolescentes, a...

Em um ambulatório de saúde mental para adolescentes, a psicóloga do serviço acompanha uma adolescente de 13 anos de idade. Passados nove meses de atendimento individual contínuo, com vínculo bem estabelecido entre a psicóloga e a adolescente, é revelado em sessão que o padrasto da adolescente comete abuso sexual com ela desde os 10 anos de idade, com conhecimento de sua genitora. A adolescente diz que ninguém pode saber da violência, pois o padrasto ameaça ela e a sua mãe. Em uma situação como essa, do ponto de vista ético, a profissional


A

deve manter o sigilo do caso, sob pena de processo disciplinar por quebra de sigilo ético, conforme o artigo 10 do Código de Ética Profissional do Psicólogo.


B

pode, conforme o artigo 10 do Código de Ética Profissional do Psicólogo, quebrar o sigilo baseando sua decisão na busca do menor prejuízo à adolescente e sua mãe, em consonância com os princípios fundamentais que guiam o código.


C

é obrigada a oferecer denúncia ao Ministério Público. Essa ação provavelmente gerará uma falta ética, que ela deverá responder no âmbito das comissões de disciplina do sistema conselhos.


D

deve encorajar a adolescente a incentivar sua mãe a abandonar essa relação com o atual marido, tendo em vista que ela desequilibra todo o sistema familiar em questão. Essa postura da psicóloga preserva os aspectos éticos do Código de Ética profissional da psicologia.