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Caso clínico para responder às questões 64 e 65.
Uma paciente de 45 anos de idade, em estágio terminal de câncer de mama, está em casa, continua trabalhando e comparece para atendimento ambulatorial com psicólogo em unidade hospitalar. No atendimento, apresenta tranquila e traz questões como sua religião e o trabalho. Ela evita acessar conteúdos difíceis. Já o marido, que a acompanhou, demonstra estar angustiado e com humor rebaixado.
A respeito do papel do Psicólogo na abordagem familiar em cuidados paliativos, assinale a alternativa correta.
A relação entre o paciente e familiares é sempre benéfica nos processos de adoecimento, morte e luto, devendo o psicólogo incentivá-la.
É indicado que haja separação da equipe entre quem dará suporte ao paciente e à família, para evitar a contratransferência.
O psicólogo deve auxiliar na reorganização egóica diante do sofrimento.
O psicólogo não deve interferir nos pactos de silêncios entre os familiares.