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Muller et al. (in HUTZ, 2016) destacam a importância das...

Muller et al. (in HUTZ, 2016) destacam a importância das evidências encontradas na literatura que consideram a inibição comportamental como fator de vulnerabilidade para transtorno de ansiedade. A inibição comportamental é uma tendência:


A

a responder aos acontecimentos com um mesmo padrão de resposta em diferentes contextos e épocas da vida, apresentando estabilidade razoável.


B

a apresentar timidez, evitação e comportamento reservado em situações novas ou não familiares.


C

a apresentar sintomas de ansiedade/medo acentuados acerca de uma ou mais situações sociais em que o indivíduo é exposto a possível avaliação de outras pessoas.


D

a apresentar sintomas de ansiedade refletidos em preocupações excessivas e persistentes, difíceis de controlar e que ocorrem em diversos eventos ou atividades.


E

a apresentar sintomas de ansiedade/medo envolvendo o afastamento de figuras de apego importantes.