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Para pensar sobre o tratamento e a prevenção da dependência química, é importante entender inicialmente que uma substância psicoativa é qualquer substância química que ao ser ingerida modifica uma ou várias funções do sistema nervoso central, produzindo efeitos psíquicos e comportamentais.
(DALGALARRONDO, Paulo 2008 p. 344.)
Sobre a dependência à substâncias psicoativas, é correto afirmar que:
Há, na dependência, um pequeno envolvimento do sujeito com a substância; apesar de gastar muito tempo, ele não se envolve afetivamente, o que dificulta a interrupção do uso.
A dependência química faz com que o sujeito amplie o seu repertório de interesses sociais, participando de todas as atividades sociais, pessoais e ocupacionais que podem ou não envolver o uso.
Na dependência, quando o indivíduo passa a ter consciência, mesmo que parcial, dos problemas físicos, psicológicos e sociais que a substância produz em sua vida, o uso é diminuído parcialmente, possibilitando a resolução dos problemas.
A dependência a substâncias psicoativas é definida como um padrão mal-adaptativo de uso de substâncias em que há repercussões psicológicas, físicas e sociais que resultam da interação entre o ser humano e uma substância psicoativa.