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A prática do psicólogo em contextos organizacionais exige equilíbrio entre os interesses da organização e os direitos dos colaboradores, especialmente no manejo de dilemas éticos relacionados à privacidade e confidencialidade. Considere o seguinte caso:
Caso: Um psicólogo organizacional é solicitado pela diretoria de uma empresa para realizar avaliações psicológicas em um grupo de funcionários, com o objetivo de identificar possíveis causas de baixa produtividade. Durante o processo, um colaborador relata episódios de assédio moral sofridos por parte de um superior, pedindo ao psicólogo que mantenha a confidencialidade das informações. A empresa exige acesso total aos relatórios para implementar melhorias na gestão.
Com base no Código de Ética Profissional e na legislação vigente, qual seria a conduta ética mais adequada do psicólogo?
Relatar integralmente à diretoria os episódios de assédio moral descritos, visto que tais informações são essenciais para melhorar o clima organizacional.
Garantir a confidencialidade das informações fornecidas pelo colaborador e registrar apenas dados gerais no relatório, que não comprometam a privacidade do avaliado.
Solicitar autorização por escrito ao colaborador para compartilhar as informações com a diretoria, explicando as possíveis implicações.
Elaborar um relatório detalhado contendo todos os dados coletados, com a justificativa de que a organização é a contratante do serviço.
Recusar-se a conduzir as avaliações solicitadas, argumentando que o contexto apresenta conflitos éticos irreconciliáveis.


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