

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Uma psicóloga clínica recebe em seu consultório um novo paciente, encaminhado por um médico psiquiatra. O paciente, visivelmente angustiado, relata que está em processo de divórcio litigioso e que sua ex-esposa o acusa de alienação parental. Ele solicita à psicóloga que realize uma avaliação psicológica em seu filho, com o objetivo de comprovar que não está alienando a criança e usar o laudo psicológico como prova no processo judicial.
Diante dessa situação, qual a conduta eticamente adequada da psicóloga, considerando o Código de Ética Profissional do Psicólogo?
Aceitar realizar a avaliação, mas condicionar sua participação ao pagamento de honorários adicionais pelo serviço prestado ao processo judicial.
Entrevistar a ex-esposa do paciente antes de realizar a avaliação da criança, para compreender melhor a dinâmica familiar.
Realizar a avaliação psicológica da criança, elaborando um laudo que atenda à solicitação do paciente, visto que ele é o responsável legal.
Realizar a avaliação da criança, desde que o pai apresente um pedido formal da justiça solicitando a avaliação psicológica.
Recusar-se a realizar a avaliação, explicando ao paciente que o objetivo do processo de psicodiagnóstico não é a produção de provas para fins judiciais.