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Erika, psicóloga hospitalar, foi acionada para acompanhar Henrique, de 75 anos, internado devido à piora de uma doença degenerativa. Henrique expressou o desejo de receber alta para poder “morrer com dignidade” em sua residência, junto de seus familiares e animais de estimação.
Considerando esse quadro, é possível deduzir que
O hospital incorre em crime de responsabilidade se der a alta hospitalar, privando o paciente das estratégias de suporte artificial da vida.
Henrique apresenta um quadro de negação da gravidade de suas condições de saúde e deve ser mantido em ambiente hospitalar.
Henrique apresenta plena posse de suas faculdades mentais e, diante disso, pode optar por receber cuidados paliativos em sua residência.
A família de Henrique deve ser chamada para manifestar sua concordância com a morte assistida por se tratar de paciente idoso.
Henrique é um paciente terminal que se encontra na fase de depressão profunda, e seria uma forma de maleficência submetê-lo à ortotanásia.