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A atuação do psicólogo no campo da Saúde do Trabalhador, conforme os referenciais da saúde coletiva e as diretrizes do SUS, rompe com paradigmas tradicionais ao incorporar novas abordagens sobre o processo saúde-doença.
Considerando a perspectiva crítica presente nesse campo, os marcos legais e teórico-metodológicos que o sustentam, assinale a alternativa que expressa corretamente os fundamentos que orientam a prática psicológica nesse contexto.
A superação da abordagem médico-centrada e positivista promove uma ampliação do olhar sobre o processo saúde-doença, incluindo a análise da organização do trabalho, das condições laborais e da subjetividade dos trabalhadores.
A prática psicológica deve focar na escuta clínica individual, desvinculada dos fatores organizacionais, para evitar interferência indevida na dinâmica institucional.
A atuação do psicólogo no campo da Saúde do Trabalhador deve pautar-se em protocolos clínicos e diagnósticos, dada a natureza predominantemente técnica e especializada das ações desenvolvidas nos CERESTS.
A delimitação das práticas psicológicas em Saúde do Trabalhador deve obedecer a modelos pré-definidos, com foco nos atendimentos individualizados, a fim de garantir padronização nos diversos contextos de atuação.
A atuação do psicólogo deve priorizar a reabilitação funcional do trabalhador, com vistas ao seu retorno à produtividade, independentemente dos determinantes sociais envolvidos no adoecimento.


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