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Durante uma sessão de psicoterapia na abordagem psicanalítica, o terapeuta percebe uma forte necessidade de proteger um paciente que relata experiências de abandono na infância. Considerando os princípios contemporâneos sobre contratransferência, a atitude mais adequada do analista seria
reprimir seus próprios sentimentos para evitar qualquer contaminação do processo transferencial, preservando a neutralidade técnica.
interpretar imediatamente, para o paciente, o impacto de suas histórias de abandono no desejo de proteção despertado no terapeuta.
evitar que sentimentos contratransferenciais interfiram, focando exclusivamente nas narrativas do paciente para garantir a objetividade da análise.
expressar afeto e cuidado durante a sessão para fortalecer o vínculo terapêutico e corrigir possíveis falhas de acolhimento emocional do passado.
observar os sentimentos despertados, reconhecendo que podem revelar identificações projetivas do paciente e a reatualização de aspectos relacionais internos.


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