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De acordo com a produção de Arpini et al. (2018) sobre a escuta enquanto recurso metodológico de investigação e intervenção em Psicologia no âmbito da saúde materno-infantil, assinale a alternativa INCORRETA.
A escuta é uma tecnologia de intervenção considerada leve e, portanto, sua incorporação nos serviços de atenção básica é estratégica nos espaços de atenção materno-infantil.
O valor técnico da escuta reside na sua caracterização como atitude passiva, pouco invasiva e, portanto, um método de investigação que reduz o impacto da presença do investigador.
A escuta qualificada, quando aplicada, mesmo fora do campo da clínica, possui uma dimensão terapêutica de acolhimento e continência para as angústias e preocupações das famílias.
A escuta não contextualizada é aquela que se limita à escuta isolada das relações mãe-pai-bebê, tendo, por conta disto, seu alcance limitado.
A escuta auxilia a complementar outros recursos metodológicos, como a observação.