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Considere o seguinte cenário:
Em uma repartição pública, a presença de trabalhadores com deficiência tem aumentado progressivamente. Apesar disso, os ajustes e as adaptações ergonômicos no ambiente organizacional são pontuais e reativos. Paralelamente, surgem queixas sobre barreiras atitudinais por parte de colegas e lideranças, o que afeta negativamente o clima organizacional e o sentimento de pertencimento desses trabalhadores.
À luz da Lei Brasileira de Inclusão e dos princípios da ergonomia e do clima organizacional, uma atuação técnica e ética condizente com esse cenário é:
Realizar campanhas pontuais de conscientização sobre inclusão, sem necessidade de ações estruturais no ambiente.
Manter os postos de trabalho padrão, pois a igualdade de tratamento implica ofertar as mesmas condições a todos.
Centralizar a responsabilidade da inclusão nos próprios trabalhadores com deficiência, estimulando sua resiliência.
Desenvolver intervenções ergonômicas participativas, promovendo adaptações físicas, tecnológicas e relacionais que favoreçam a inclusão e o bem-estar coletivo.


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