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No campo da Psicologia Organizacional e do Trabalho, há uma crítica recorrente aos modelos clássicos de avaliação de desempenho centrados exclusivamente no indivíduo. Essa crítica se dá porque os modelos clássicos:
Ignoram variáveis subjetivas e relacionais do trabalho, além de desconsiderarem os efeitos da organização e do clima institucional no desempenho individual.
Promovem o reconhecimento coletivo e reforçam o espírito de equipe, diminuindo os efeitos da competição interna.
Consideram de forma equitativa os condicionantes contextuais e estruturais que influenciam a performance dos trabalhadores.
Baseiam-se unicamente na autoavaliação, sem prever mecanismos de feedback estruturado.