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Leia a situação hipotética abaixo.
Em visita domiciliar pós-alta, o psicólogo encontra uma mulher de 46 anos, em luto recente pelo companheiro que faleceu após acidente de trânsito provocado por motorista embriagado. Ela relata insônia, ideias de inutilidade e possibilidade de “ir embora logo para reencontrá-lo”. O filho de 10 anos presenciou o acidente e manifesta medo recorrente de sair de casa.
Diante desse cenário, e dentro do plano de cuidado intersetorial hospital-domicílio, a ação imediata do psicólogo é:
ativar protocolo de vigilância familiar 24 h, instruindo vizinhos a monitorar a mulher e encaminhar o filho diretamente a atendimentos individuais em CAPS-IJ, sem envolver a escola nesta etapa inicial.
encaminhar a mulher à UBS para revalidação medicamentosa e orientar o filho a participar de atividade lúdica comunitária, adiando intervenções psicoterapêuticas até cessar a ideação suicida.
prescrever prática diária de atenção plena guiada para mãe e filho, recomendar afastamento temporário dos locais associados ao acidente e agendar nova visita em trinta dias para reavaliar sintomas.
conduzir entrevista de avaliação de risco, pactuar plano de segurança para a mulher e rede de apoio, iniciar sessões de terapia focada no luto traumático e solicitar à equipe de referência escolar acolhimento psicossocial para o filho.