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De acordo com B. W. Romano (2001), a atuação do psicólogo hospitalar junto à família do paciente hospitalizado deve considerar que
a hospitalização transfere o foco do cuidado para a equipe de saúde, reduzindo o envolvimento afetivo e prático da família ao longo do processo de internação.
a função do psicólogo junto à família é prescritiva, orientando diretamente a divisão de tarefas e a organização das funções parentais e conjugais.
a intervenção do psicólogo deve se limitar ao paciente, partindo do princípio de que ele reúne as principais demandas de suporte físico e emocional.
o adoecimento tende a ativar conflitos e emoções intensas no grupo familiar, exigindo escuta qualificada e sensibilidade clínica às suas dinâmicas internas.
a experiência de internação frequentemente mobiliza a coesão familiar, fortalecendo os vínculos e facilitando a elaboração conjunta da situação vivida.