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A avaliação psicológica no ambiente educacional demanda, além da competência técnica na aplicação de instrumentos psicométricos, o rigor ético e a compreensão contextualizada das múltiplas dimensões que interferem no desempenho escolar. Urbina (2007) destaca que o respeito à autonomia, ao sigilo e à devolução acessível são pilares imprescindíveis, especialmente quando o sujeito da avaliação é criança ou adolescente em contexto de vulnerabilidade.
Com base nesses princípios, assinale a alternativa que melhor representa um posicionamento eticamente adequado no exercício da avaliação psicológica em instituições educacionais:
A confidencialidade dos resultados pode ser relativizada, desde que os dados subsidiem decisões estratégicas da equipe gestora da escola.
A utilização de instrumentos não validados nacionalmente é admissível, desde que acompanhada de interpretação subjetiva pelo psicólogo.
A comunicação dos resultados deve ser mediada por linguagem compreensível e realizada com autorização dos responsáveis.
A devolução dos achados diagnósticos deve ser feita apenas ao corpo técnico da instituição, preservando a integridade da avaliação formal.
O psicólogo está autorizado a interpretar os resultados livremente, dispensando o consentimento informado quando há interesse institucional maior.


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