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A avaliação psicológica de crianças com dificuldades de aprendizagem demanda abordagem integrativa, envolvendo instrumentos padronizados, entrevistas, observações e análise do contexto escolar e familiar. Cunha (2003) ressalta que a compreensão dessas dificuldades deve ser articulada a fatores históricos, emocionais, ambientais e sociais, de modo a subsidiar intervenções interdisciplinares que respeitem a singularidade do desenvolvimento.
Considerando os princípios ético-técnicos da avaliação nesse contexto, assinale a alternativa que melhor expressa uma diretriz metodológica adequada:
A análise do desempenho escolar deve considerar dados qualitativos e quantitativos, articulados a informações oriundas de múltiplas fontes.
A compreensão das dificuldades deve limitar-se a déficits neurológicos, descartando a influência de fatores pedagógicos ou afetivos.
A interação com professores e responsáveis deve ser evitada, a fim de preservar a neutralidade e a imparcialidade diagnóstica.
A avaliação deve ser centrada em testes psicométricos, excluindo a análise de elementos emocionais e ambientais para garantir objetividade técnica.
O diagnóstico psicopedagógico deve restringir-se à mensuração de habilidades linguísticas e matemáticas, em função da centralidade curricular.