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Um usuário com histórico de longa permanência em hospital psiquiátrico passa a residir em um Serviço Residencial Terapêutico (SRT) localizado no território de uma Unidade Básica de Saúde (UBS). A Equipe de Saúde da Família (eSF) identifica que, além do transtorno mental grave, ele é portador de hipertensão e diabetes, mas sente-se insegura sobre como realizar o acompanhamento de suas múltiplas necessidades. A equipe da UBS conta com o suporte de uma equipe Multiprofissional (eMulti). Considerando a lógica do cuidado em rede e as políticas de desinstitucionalização, assinale a alternativa que descreve a estratégia de articulação mais adequada para o caso.
Estabelecer um processo de Apoio Matricial entre o CAPS de referência, a eSF e a eMulti, com a construção conjunta de um Projeto Terapêutico Singular (PTS) que integre as ações de saúde mental com o acompanhamento das condições clínicas na Atenção Primária.
Encaminhar o usuário para consultas mensais no ambulatório do hospital psiquiátrico de origem, mantendo o SRT apenas como um local de moradia, sem articulação com a rede de atenção do território.
Solicitar que a eMulti assuma integralmente o caso, realizando todas as consultas e procedimentos, transformando-se no serviço de referência do usuário e substituindo o papel da eSF no cuidado longitudinal.
Determinar que o CAPS se torne o único responsável por todos os cuidados do usuário, incluindo o controle da hipertensão e do diabetes, a fim de centralizar o tratamento e não sobrecarregar a equipe da Atenção Primária.


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