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Na sala de recursos de uma escola municipal, uma psicopedagoga acompanha uma menina de 7 anos que apresenta escrita muito irregular, dificuldade para planejar o movimento ao copiar da lousa e receio de participar de jogos em grupo. A família relata atraso nas primeiras aquisições motoras e episódios de isolamento no parquinho. Após observação cuidadosa, a profissional considera a possibilidade de um quadro em que aspectos psicomotores, afetivos e relacionais se entrelaçam. Qual o foco inicial do trabalho psicopedagógico nesse caso?
A psicopedagoga estrutura um programa centrado em treino de motricidade fina com fichas de grafismo repetitivo, tratando questões emocionais e relacionais em momento posterior do percurso.
A psicopedagoga orienta a escola a reduzir exigências acadêmicas da menina e a transferir grande parte das tarefas escritas para os colegas, priorizando facilidades na rotina da turma.
A psicopedagoga encaminha a menina diretamente para acompanhamento neurológico, considera esse encaminhamento como eixo principal da intervenção e limita o atendimento a encontros mensais de acompanhamento.
A psicopedagoga planeja propostas que articulem movimento, organização de espaço e tempo, expressão afetiva e interação com colegas, fortalecendo o esquema corporal da menina e criando vivências de cooperação em parceria com a família e com a equipe da escola.
A psicopedagoga define metas de desempenho baseadas na média da turma e organiza desafios diários de cópia veloz, com ênfase em resultados quantitativos de produção escrita.