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Durante a validação de um instrumento psicológico destinado à avaliação de funções executivas em adultos, a equipe de pesquisa observou alta consistência interna (α = 0,91), porém correlações fracas com instrumentos consagrados que avaliam o mesmo construto. Além disso, análises fatoriais indicaram estrutura estável, mas divergente do modelo teórico original.
Com base nos fundamentos da psicometria clássica e da validade dos testes, é correto afirmar que o instrumento apresenta:
evidência robusta de validade de construto, em função do alto coeficiente alfa.
problemas de fidedignidade, pois a estrutura fatorial diverge do modelo teórico.
evidência limitada de validade convergente, apesar da boa consistência interna.
validade preditiva comprometida, decorrente da baixa correlação entre os instrumentos.
erro de medida elevado, indicando necessidade de ampliação da amostra normativa.