Uma criança é levada pela mãe, detentora da guarda
unilateral, para atendimento psicológico em uma clínica
especializada. Durante o período de atendimento, o pai
se dirige à clínica e solicita ser informado do andamento
e dos resultados desse processo. Nessa situação, a clínica
deverá
A
revelar ao pai os mesmos dados informados à
mãe, seja qual for o tipo de guarda, por ser o pai uma
“pessoa de direito”.
B
ponderar se será de interesse da criança, ou não,
dar acesso às informações do atendimento ao pai.
C
negar o acesso do pai aos dados, alegando que só
poderão ser revelados à mãe, considerada a “cliente”.
D
abrir para o pai apenas os dados do atendimento que
se refiram a sua relação com a criança.
E
informar que, por ser a mãe detentora de guarda
unilateral, o pai não tem legitimidade para solicitar
informações relativas aos filhos.