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As qualidades psicométricas de um instrumento psicológico são fundamentais para o planejamento da avaliação e testagem psicológica. A respeito das qualidades da BPR-5, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) É um instrumento que se mantém com seu propósito, avaliando uma única dimensão a partir de diferentes conteúdos.
( ) A BPR-5 quando utilizada em amostra estudantil em nível universitário permite obter coeficientes de correlação e estrutura fatorial distintos dos estudos desenvolvidos em amostras com estudantes de ensino fundamental e médio.
( ) A BPR-5 possui um único fator responsável pela maior parte da variação entre os escores nos subtestes, o qual se associa a uma medida composta por processamento visual, habilidade quantitativa e inteligências fluída e cristalizada.
( ) Nos subtestes da BPR-5 foi possível verificar que, em relação à validade de critério, as correlações são altas com todo o desempenho escolar, embora, em alguns momentos, 29% da variância das notas seja compartilhada com as semelhanças de raciocínio.
( ) O subteste da BPR-5 que demonstra maior associação com as notas escolares é o RA, o que sugere coerência, visto que o componente específico avaliado por ele é a inteligência cristalizada, que se refere à extensão e à profundidade do conhecimento adquirido.
A sequência está correta em
V, F, V, V, F.
F, F, V, F, V.
V, V, V, F, F.
F, F, F, V, V.
As ferramentas de avaliação da personalidade são úteis para os estudiosos da personalidade ou terapeutas. Essas ferramentas diferem porque são adaptadas a teorias específicas. Acerca de como os clínicos de tradição freudiana tentam avaliar as características da personalidade, analise as afirmativas a seguir.
I. A primeira exigência seria ter uma espécie de estrada para o inconsciente, para identificar reminiscências de experiência da primeira infância – algo que vai além da superfície e revela conflitos e impulsos ocultos. Pois Freud acreditava que a associação livre e a interpretação dos sonhos podiam revelar o inconsciente. Os psicanalistas descartam as ferramentas de avaliação objetiva, tais como questionários do tipo concordo-discordo ou falso-verdadeiro, pois consideram que elas meramente tocam a superfície do consciente.
II. Os testes projetivos visam a fornecer esse “raio-x psicológico” ao apresentar um estímulo ambíguo e, depois, solicitar aos participantes que o descrevam ou que contém uma história sobre ele. Henry Murray introduziu o Teste de Apercepção Temática (TAT), no qual as pessoas viam quadros com figuras ambíguas e depois construíam histórias sobre elas. Um uso da narração de histórias tem sido avaliar a motivação de realização. Ao observar um jovem em devaneio, aqueles que imaginam o que ele está fantasiando sobre uma realização é visto como projetando seus próprios objetivos.
III. O teste mais usado e mais conhecido é o teste Rorschach, em que as pessoas descrevem o que veem em uma série de pranchas com borrões de tinta. Embora com posições conflitantes, a sociedade de avaliação da personalidade (2005) recomenda o uso “responsável” do teste e em resposta às críticas de resultados e interpretações, foi desenvolvida uma ferramenta de codificação e interpretação, assistida por computador e baseada em pesquisa que almeja melhorar a concordância entre avaliadores e aumentar a validade do teste (Erdberg, 1990: Exner, 2003).
IV. É feito o inventário de interesses.
Estão corretas apenas as afirmativas