Em termos psicológicos, as principais dificuldades para constatar o abuso sexual de
uma criança, quando não há evidências físicas ou fisiológicas que o acompanhem,
relacionam-se ao fato de que não há padrão de comportamento e emoções
específicas que ocorram em todas ou quase todas as crianças abusadas e tampouco
indicadores seguros que revelem a ausência de abuso.