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Os processos de auto-análise, propostos por diferentes escolas do movimento institucionalista, são definidos como
processos de transformação do saber popular em saber científico, com a finalidade de que os coletivos sejam capazes de demandar intervenções psicológicas preventivas.
processos para que as comunidades mesmas, como protagonistas de seus problemas, de suas necessidades, de suas demandas, possam enunciar, compreender, adquirir ou readquirir um vocabulário próprio acerca de sua vida.
processos de produção de saber e do conhecimento acerca dos problemas dos coletivos, de sua condições de vida, suas necessidades e suas demandas por especialistas qualificados.
propostas de criação de uma psicologia de fato comunitária e que possa transformar a vida dos coletivos a partir de teorias e técnicas advindas da Psicologia Social e Institucional.