Imagem de fundo

A temática da dor, luto e morte parece ainda pouco...

A temática da dor, luto e morte parece ainda pouco discutida nos currículos dos cursos de saúde para além de uma perspectiva tecnicista, de modo que é comum entre equipes multiprofissionais sentimento de culpa, frustração, distanciamento etc. como formas de tentar lidar com a dor da perda que essas situações geram (ORTIZ; ABÍLIO, 2016). No artigo “Intervenção psicológica em terminalidade e morte: relato de experiência”, as teóricas Beatriz Schmidt, Letícia Gabarra e Jadete Gonçalves (2011, p. 424) narram, através de um estudo de caso, como se deu os atendimentos psicológicos realizados junto a um paciente e sua família, no contexto hospitalar, frente a uma situação de terminalidade. De acordo com elas e com base em Kováes (1992), o processo psicoterápico no ambiente hospitalar e em situações de terminalidade e morte beneficiam tanto a pessoa em processo de terminalidade quanto seus familiares. Nesse contexto, o processo psicoterápico deve enfatizar:

I. a expressão dos sentimentos, a melhora da qualidade de vida e a facilitação da comunicação;

II. a religiosidade do paciente e da família como forma de evitar o sofrimento;

III. o ritual de despedida que contribui para a prevenção de sintomas psicológicos, reaproximação da família e definição de questões do relacionamento familiar que estejam pendentes.

Dos itens, verifica-se que está(ão) correto(s)


A

I, apenas.


B

II, apenas.


C

I e III, apenas.


D

II e III, apenas.


E

I, II e III.