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A obra “O normal e o patológico”, de Georges Canguilhem, é...

A obra “O normal e o patológico”, de Georges Canguilhem, é considerada um dos trabalhos mais célebres sobre a temática da normalidade que acompanha as discussões em Psicologia, principalmente no que tange à Psicopatologia e aos debates sobre o que é possível ser considerado ou não como doentio ou sadio. Dessa obra, destaca-se o seguinte trecho: “A anomalia e a mutação não são, em si mesmas, patológicas.”

Com base nos conhecimentos na referida obra, o estado patológico:


A

não é a ausência de norma biológica, é uma norma diferente, mas comparativamente repelida pela vida.


B

se define pela ausência de uma norma, e que por se afastar das condições normais, caracterizam o estado de deterioração da vida.


C
é aquilo que se sobrepõe à norma biológica, tanto em sua estabilidade, fecundidade e variabilidade da vida.

D

não é um estado definido por si, mas uma medida arbitrária concebida a partir dos parâmetros inferiores no qual a norma da vida vigora.


E

é uma mutação que não se adequa à antiga norma de vida, sendo inferior a essa norma tanto em sua natureza quanto em essência.