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Promover cuidados em situação de crise na saúde mental é um desafio, uma vez que, além de reconhecer e identificar uma crise como: choro, apatia, isolamento, tristeza, desorganização, confusão ou comportamento violento, a crise pode gerar sentimentos de medo, ameaça, incerteza e insegurança para a equipe e/ou cuidador. Em relação à crise, alguns pressupostos devem ser considerados.
Marque a opção INCORRETA:
O usuário deve ser encaminhado para atendimento prioritariamente nos CAPS, pela lógica do acolhimento integral, e posteriormente para hospital geral de forma articulada com a Rede.
A hospitalização deve ser considerada como último recurso e, quando necessária, como instrumento do projeto terapêutico singular e não apenas como resposta a uma situação específica.
Se possível, evitar a hospitalização se utilizando dos recursos da rede como: leito de retaguarda e apoio da Rede de Atenção Psicossocial.
Diante de uma crise de agressividade, não há diálogo possível; a hospitalização é a primeira medida a ser realizada, uma vez que o usuário estará colocando em risco sua vida e de terceiros.
Ao se discutir sobre crise, devem ser considerados fatores como: a dimensão da clínica ampliada, a cultura, a história do sujeito, o suporte e os recursos disponíveis no contexto familiar e social.