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Recomenda-se que sejam traçados padrões de adaptação à morte como parte de uma rotina de avaliação do funcionamento familiar. São considerados como recursos técnicos de intervenção terapêutica e de adaptação à morte:
Ir ao cemitério apenas em datas importantes; olhar fotografias antigas, evitando os registros recentes; conversar diariamente com a família sobre a perda.
Ir periodicamente ao cemitério; escrever diários com sonhos e memórias; evitar assistir a filmes relacionados a situações de perda.
Fazer vistas ao cemitério; se desfazer o quanto antes dos objetos pessoais do falecido; ouvir músicas que lembrem o falecido.
Decidir o que quer manter, o que presentear como lembrança e o que quer jogar fora; escrever cartas ao falecido; evitar assistir a filmes ou ler livros relacionados a situações de perda.
Fazer visitas ao cemitério; escrever cartas ao falecido; olhar fotografias antigas e conversar sobre a perda.