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“Não é muito comum se fazer uma carta para o corpo, mas daí surge a pergunta: o que falar para seu próprio corpo? Quando faço essa pergunta posso esquecer que, quase todos os dias, falo algo para o meu corpo, seja para reclamar de algo que devia melhorar, ou em alguns momentos para elogiá-lo, raras às vezes. As mulheres sabem bem do que acabei de falar, sempre procuramos melhorar algo na nossa aparência, somos as que mais frequentam salões ou clínicas estéticas, nos sentimos bem em estar bem com o nosso corpo”. (Fragmentos da Carta ao Corpo - Cinthia Raquel Barros Moreira – Psicóloga em formação/Psicologia na Contemporaneidade – UNP, 2015).
Você trabalha no Núcleo de Apoio à Saúde da Família – NASF e escolheu a leitura dessa carta para iniciar uma roda de conversa com adolescentes, dentre as quais existem algumas com dificuldade de aceitação da imagem corporal. Marque a opção CORRETA em que a posição ético-política do profissional de psicologia aproxima-se das posições ético-políticas da Reforma Sanitária e Psiquiátrica para contribuir para melhorar a saúde mental das mulheres:
A utopia da sociedade e do corpo perfeitos e o enaltecimento das emoções, da exposição do corpo e do “eu” possibilitam a mulher falar livremente das intimidades a desconhecidos.
Por em análise os processos de subjetivação em que rebatizam as identidades enquanto formas de consumo e desejo na sociedade capitalista
A tristeza, eliminada pelo ombro amigo, pode ser substituída pela angústia biológica e deve ser curada na solidão do indivíduo com ele mesmo por meio do uso de psicotrópicos.
Saúde e felicidade são mercadorias compradas em prateleiras, basta a leitura de livros de autoajuda ou uma receita médica.
O avanço fantástico da tecnobiologia, da neurociência e da neuropsicologia decretou o fim da velhice, da dor e da tristeza.