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Atualmente diversas pesquisas psicológicas vêm problematizando o conceito de “indivíduo” como concepção não histórica, enfatizando que as construções de subjetividade não podem ser compreendidas desligadas da formação social na qual se constituíram.
Nessa linha de análise, Richard Sennett considera que, desde a segunda metade do século XIX, assistimos
ao aumento e à naturalização da impunidade.
ao desempoderamento da autoridade paterna.
à identificação do ideal do eu à moral do espetáculo.
à centralização das práticas sociais no protagonismo escolar.
à invasão do público pelo privado.