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Em 2003, a política do Ministério da Saúde de “Atenção...

Em 2003, a política do Ministério da Saúde de “Atenção Integral ao Usuário de Álcool e outras Drogas” adotou a Redução de Danos como uma estratégia de saúde pública, incentivando o desenvolvimento de práticas de cuidado articuladas com os dispositivos substitutivos da Reforma Psiquiátrica e a defesa dos direitos humanos das pessoas que fazem uso de drogas.

Em relação ao paradigma de Redução de Danos podemos afirmar, EXCETO:


A

nessa perspectiva os serviços de saúde podem operar oferecendo consultas, orientações, encaminhamentos em rede, oficinas de educação em saúde, ações de prevenção de doenças infectocontagiosas e diversos outros cuidados relativos a problemas já instalados.


B

as alternativas de tratamento oferecidas devem ser construídas por meio do diálogo entre os diversos setores da população e não definidas exclusivamente por especialistas e burocratas.


C

coloca em debate questões como liberdade de escolha, responsabilidade individual, familiar e social, direitos do usuário e dever do Estado de criar condições para o exercício do autocuidado.


D

envolve a criação e sistematização de intervenções junto à população usuária que, devido ao contexto de vulnerabilidade, não desejam parar com o uso da droga.


E

prescreve abstinência do uso de substâncias psicoativas ilícitas não como condição, mas como meta do tratamento para todos os usuários.