

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
“Tanto a saúde mental quanto a reforma psiquiátrica, na resposta que dão à demanda social, correm sempre o risco de servir à normalização dos sujeitos, quando descuidam de questionar os discursos que em nome da boa saúde, propõe a anulação das diferenças, a produção da igualdade, não dos direitos, mas dos comportamentos, como saída exitosa de um tipo de tratamento. De todo modo, é preciso reconhecer que o Ministério da Saúde fez uma priorização, por meio da política e do processo da Reforma Psiquiátrica, de atender a população com sofrimento mental com quadros clínicos mais graves, levando em conta os princípios da equidade do SUS. Considera-se que a saúde mental é um conceito muito mais abrangente e abarca uma série de outras pessoas com sofrimento mental que também merecem cuidados, bem como intervenções em diversos projetos da saúde pública e outros projetos de políticas sociais.” (Conselho Federal de Psicologia /
A Psicologia como ciência, no campo da saúde mental, deve se deter a discussões técnicas acerca dos aprimoramentos da clínica nesse campo de atuação.
A discussão acerca da Saúde Mental e processos de normalização dos sujeitos é importante para uma prática profissional que se pretenda com compromisso social e ético.
Não é atribuição do psicólogo planejar e intervir nos processos de trabalho no campo da saúde mental.
A Psicologia não deve extrapolar sua especificidade de cuidado do indivíduo, deixando para os gestores o planejamento das políticas públicas.
Apesar da abrangência do conceito de saúde mental, o psicólogo deve-se ater ao quadro sintomatológico e as intervenções meramente clínicas.