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O jornal Folha de São Paulo do dia 29/12/2019 entrevistou Guilherme Terreri, que se apresenta como a drag queen Rita Von Hunty. Segundo a matéria, Guilherme está mais para a turma queer, “uma galera que entendeu que o gênero é uma construção social”, afirma o entrevistado. A temática LGBT, questão atualmente muito estudada pela psicologia social, enfrenta uma de suas últimas barreiras de inclusão, representada pelo T da sigla. Alguns consideram que a sigla deveria ser LGBTQI+, representando, além das lésbicas, dos gays e dos bissexuais, os transexuais, travestis e transgêneros, os queers e os intersexuais; o + incluiria a assexualidade e a pansexualidade, resumindo uma sigla com doze possibilidades de expressão de gênero e sexualidade. Considerando os estudos psicossociais sobre esse fenômeno, assinale a alternativa correta.
O movimento LGBT ganhou expressão a partir de lutas contra a discriminação e o preconceito e suas conquistas permitiram uma maior expressão da diversidade sexual humana, fazendo valer a expressão do entrevistado de que gênero é uma construção social, mas há muito a ser conquistado e essa é uma batalha que está no seu início.
Os estudos psicossociais não são conclusivos e não há comprovação científica para a expressão LGBTQI+, que representa apenas interesses dos militantes mais radicais desse campo.
Os transexuais, travestis e transgêneros não podem ser incluídos na temática homoafetiva, por corresponderem apenas a uma expressão de cunho comportamental.
Evidentemente, a fala do entrevistado pela FSP representa uma realidade, mas pessoas como ele deveriam se expressar em lugares fechados e protegidos para preservar a moral de crianças e pessoas idosas.
O preconceito e a discriminação sexual são um câncer social e a psicologia social deveria assumir claramente a bandeira LGBTQI+.