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“No Brasil, a trajetória do saber-fazer da psicologia em relação à comunidade iniciou-se em meados dos anos 60 e sofreu transformações teóricas, epistemológicas e metodológicas importantes neste espaço de tempo relativamente curto, o que resultou na diversidade que hoje pode ser encontrada com respeito ao desenvolvimento dos trabalhos, dos psicólogos nas comunidades. Uma perspectiva importante nessa diversidade é aquela que entende a psicologia comunitária como uma das áreas da psicologia social e com demarcação de um importante papel nesse contexto.”
(Strey, 1998 p. 241.)
Considerando as informações, são objetivos da psicologia social comunitária, EXCETO:
Visa o desenvolvimento da consciência dos moradores como sujeitos históricos e comunitários, através de um esforço interdisciplinar que perpassa o desenvolvimento dos grupos e da comunidade.
A inserção da psicologia comunitária no campo da psicologia social, por um lado, afirma o pressuposto de que o ser humano é construído sócio-historicamente e, ao mesmo tempo, constrói as concepções a respeito de si mesmo, dos outros e do contexto social.
Opera com o enquadre teórico próprio, distinto e propõe-se a construção da subjetividade dos seres humanos inseridos nas comunidades seja geográfica como, por exemplo, um bairro ou psicossocial, e participantes de um centro comunitário.
Busca estudar a atividade do psiquismo decorrente do modo de vida do lugar/comunidade; estuda o sistema de relações e representações, identidade, níveis de consciência, identificação e pertinência dos indivíduos ao lugar/comunidade e aos grupos comunitários.