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No contexto da psicologia pediátrica, há um conjunto de estudos que se dedicam a compreender como se dá o processo de ajustamento da criança à doença crônica. Alguns desses estudos investigam as estratégias de enfrentamento e de defesas específicas por parte da criança. Autores como Eiser (1985) e Trianes (2002) compreendem que as habilidades de enfrentamento infantil são diferentes das habilidades dos adultos, especialmente porque as crianças têm um repertório limitado de estratégias em razão do respectivo estágio de desenvolvimento e de terem pouca experiência. Considerando os estudos a respeito de estratégias de enfrentamento infantil da dor crônica, assinale a alternativa correta.
Deve-se priorizar o desenvolvimento de atividades já conhecidas da criança, para construção de uma “zona de conforto”, sem muitas novidades e desafios para a adaptação.
Quanto ao controle do isolamento, não é apropriado que a criança tenha novas atividades sociais.
O grau de aceitação do problema associado à doença pode ser útil em alguns casos, quando a criança tem que passar por uma situação extremamente ansiogênica.
Funções cognitivas de memória, linguagem e pensamento fazem com que a criança esteja apta para não pensar nas limitações impostas pela doença.
Deve-se desenvolver o controle apropriado das emoções: a criança pode aprender a expressar a frustração e a raiva associada à doença de maneira socialmente aceitável e em ocasiões apropriadas.