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É inquestionável a contribuição da psiquiatria para a ciência psicológica. Estudos sobre a implicação do luto, por exemplo, encontram-se entre conhecimentos que foram introjetados e amplamente discutidos pela psicologia. A psiquiatra Elisabeth Kubler-Ross, dedicou-se a ao estudo de como um indivíduo vivencia seu processo de luto. Para tal, estabeleceu 5 fases que se encontram com seu conceito corretamente expresso na alternativa:
Negação, seria uma defesa psíquica que faz com que o indivíduo acabe negando o problema, tenta encontrar algum jeito de não entrar em contato com a realidade seja da morte de um ente querido ou da perda de emprego
A barganha é o período da revolta, da rebeldia, do descontrole emocional e dos ressentimentos.
A aceitação é conhecida como a negociação da dor pela perda, pois a negação e o isolamento foram deixados de lado e a pessoa percebe que a raiva não resolveu.
Na depressão, o indivíduo se revolta com o mundo, se sente injustiçado e não se conforma por estar passando por aquela situação.
A raiva é o momento de introspecção, melancolia e reclusão. Quando o indivíduo toma consciência da perda.