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“Em 2003, a política do Ministério da Saúde de ‘Atenção...

“Em 2003, a política do Ministério da Saúde de ‘Atenção Integral ao Usuário de Álcool e outras Drogas’ elegeu a redução de danos como estratégia de saúde pública, na qual é incentivada a criação e sistematização de intervenções junto à população usuária que, devido ao contexto de vulnerabilidade, não querem ou não desejam parar com o uso da droga. Pela primeira vez, em âmbito governamental, as ações de redução de danos foram assumidas como relevantes intervenções de saúde pública, para ampliar o acesso e as ações dirigidas a uma população historicamente desassistida de contato com o sistema de saúde”. (CFP, 2013, p. 41). O psicólogo que trabalha nas redes de atenção básica à saúde psicossocial, ao receber uma mulher de 23 anos, em situação de rua, usuária de crack e álcool e portadora de doença sexualmente transmissível (DST), deve considerar:


A

A abstinência como pré-requisito para o início do tratamento.


B

A internação como única forma de tratar essa usuária.


C

A redução ou interrupção do uso de drogas lícitas e ilícitas como uma decisão clínica que precisa ser negociada durante o tratamento.


D

A redução ou interrupção do uso de drogas lícitas e ilícitas como uma decisão exclusiva da equipe de cuidado.