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Gustavo e Ana se casaram há 12 anos e não tiveram filhos biológicos, mas ela era viúva de Mateus e levou sua filha Maria para viver com o casal. Recentemente, o casal decidiu se divorciar, e Maria, que atualmente tem 16 anos, disse que quer morar com Gustavo, que considera sua figura paterna.
Considerando o exposto, é correto afirmar que:
Maria não pode ficar com o padrasto porque não possui vínculo consanguíneo com Gustavo;
Ana deve buscar a anuência dos pais de Mateus para que a menina permaneça com o padrasto;
a mãe biológica não pode permitir que a filha fique com Gustavo pois implicaria a perda do poder familiar sobre ela;
Gustavo deve, necessariamente, adotar a enteada para poder permanecer com a sua guarda;
Gustavo se configura como pai afetivo da adolescente e pode assumir a guarda da filha.