A herança dos homens, no campo da psicologia social, foi
dolorosamente tendenciosa e reducionista. O que se tinha era
uma espécie de réplica acrítica de uma psicologia social que
se desenvolveu principalmente nos Estados Unidos,
fundamentada em dois pressupostos teóricos básicos: o
pressuposto positivista — segundo o qual só vale o
experimental, e o mental é considerado apenas enquanto se
pode ser sujeito de experimentação — e o pressuposto
individualista, onde o social é reduzido ao individual.