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No que pertine aos problemas tratados na reunião hora em comento, informamos que as providências necessárias já foram tomadas.
O pronome de tratamento empregado em comunicações dirigidas ao Papa é Vossa Eminência, seguido do cargo.
A forma de tratamento Magnífico destina-se a autoridades do Poder Legislativo, principalmente ao presidente da Câmara dos Deputados e ao do Senado Federal.
Com base no Manual de Redação da Presidência da República (MRPR), assinale a opção correta acerca do tipo de linguagem e dos pronomes de tratamento adequados à comunicação oficial.
O uso de linguagem rebuscada e formal nas redações oficiais decorre da exigência do emprego da norma padrão nesse tipo de correspondência.
As normas de concordância referentes a pronomes de tratamento, como “Vossa Senhoria” e “Vossa Excelência”, são diferenciadas, já que, embora correspondam à segunda pessoa gramatical — aquela com quem se fala —, o verbo responsável por predicar tais pronomes flexiona-se na terceira pessoa.
A forma de tratamento adequada a ministros de Estado é “Excelentíssimo Senhor”.
Emprega-se a forma de tratamento “Digníssimo” para denotar respeito à pessoa com quem se fala; seu uso, no entanto, é facultativo.
Em comunicações oficiais, deve predominar o uso da linguagem técnica, dada a especificidade dos assuntos tratados nesses textos.
Considerando a forma como nos dirigimos aos destinatários quando da redação de documentos oficiais, associe as colunas de forma que o vocativo seja compatível com a pessoa em questão.

A sequência está correta em
Os pronomes de tratamento estão empregados corretamente em:
Espera-se que, no Brasil, Sua Santidade, o Papa Francisco, seja recebido, com o devido respeito, pelos jovens.
O advogado assim se pronunciou perante o juiz: − Peço a Vossa Senhoria que ouça o depoimento desta nova testemunha.
Senhor Chefe do Departamento de Pessoal, dirijo-me a Vossa Excelência, para solicitar o abono de minhas faltas.
Vossa Majestade, a rainha da Inglaterra, foi homenageada por ocasião do aniversário de seu reinado.
Refiro-me ao Ilustríssimo Senhor, Cardeal de Brasília, ao enviar-lhe as notícias do Conclave.
No seguinte trecho de documento dirigido a ministro de Estado, está correto o emprego do pronome de tratamento.
Encaminho a Sua Excelência esta carta aberta em cumprimento do estabelecido no Decreto n.º 3.088/1999, que instituiu o regime de metas para a inflação no Brasil. Como é do conhecimento de Sua Excelência, o parágrafo único do artigo 4.º do referido decreto reza que, em caso de descumprimento da meta de inflação estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (...)
Emprega-se “Vossa Excelência” na correspondência dirigida aos seguintes destinatários:
Vice-Presidente da República e consultor de empresas.
Presidentes das Câmaras Municipais e Chefes de gabinete de vereadores.
Procurador-Geral da República e Diretores de departamentos municipais.
Presidentes de associações de bairros e Vereadores.
Ministros de Estado e Secretários de Estado dos Governos Estaduais.
Na atualidade, o pronome vós não é mais empregado em comunicações oficiais para dispensar tratamento respeitoso a pessoas de hierarquia superior.
Por estar de acordo com as regras de concordância do padrão culto da linguagem, a frase Vossa Excelência indicareis a vossa nova secretária seria adequada para compor a redação de documento oficial.
A forma de tratamento Vossa Eminência é reservada às autoridades do Poder Legislativo.
Certo
Errado
Em comunicações oficiais dirigidas a bacharéis em direito, deve-se utilizar, como forma de tratamento, a palavra “Doutor”.
Ao encaminhar uma correspondência para um deputado federal, o tratamento correto é: À Vossa Magnificência, o ilustre Deputado Fulano de Tal.
Em um expediente oficial destinado a um conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de Rondônia (TCE/RO), deve-se empregar a forma “Vossa Excelência” e, no endereçamento, a forma “Ao Senhor”.