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O Ministério da Saúde (MS) adota o termo “acidente” na Política Nacional de Redução da Morbimortalidade por Acidentes e Violências (Portaria nº 737/2001), tendo em vista que a expressão está consagrada pelo uso, retirando-lhe, contudo, as conotações fortuita e causal que lhe podem ser atribuídas. O MS assume, portanto, que tais eventos são, em maior ou menor grau, previsíveis e preveníveis (BRASIL, 2001). Diante da possibilidade de quedas, ou da queda ocorrida, marque a alternativa INCORRETA.
Proteger o berço e o cercado com grades altas com, no máximo, 6 cm entre elas (BRASIL, 2020). Em caso de crianças maiores, deve-se orientá-las para não se pendurarem em janelas e mobiliários.
O cuidador deve se atentar para o risco de janelas desprotegidas com redes ou grades e impedir o acesso da criança, pois a colocação de móveis próximos às janelas pode potencializar o risco de queda.
Nunca deixar a criança sob os cuidados de outra criança.
Imediatamente após a queda, o cuidador deve chamar ajuda e evitar tocar na criança.
Em caso de várias crianças sofrerem algum acidente juntas, primeiramente, deve-se chamar ajuda, analisar a cena e priorizar socorrer a vítima que parecer estar em maior risco.