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A implantação rodoviária exige uma série de estudos complexos para a determinação de sua viabilidade e posteriores projetos.
A Publicação IPR-726 do DNIT e outras instruções de serviço particulares estabelecem algumas diretrizes básicas para esse processo e consideram que:
no estudo hidrológico, em linhas gerais, o tempo de recorrência de 25 anos é adotado para drenagens superficiais;
no estudo de tráfego em área rural, a estimativa preliminar de tráfego deve ser realizada por meio da elaboração de matrizes de geração, distribuição, distribuição modal e alocação de viagens;
quando o Estudo de Traçado se referir a um trecho viário a ser implantado (não existente), deverão ser preparados planos funcionais preliminares para cada uma das diretrizes alternativas sob estudo, sobre as cartas ou fotomosaicos disponíveis;
no projeto geométrico, em sua fase executiva, as indicações planialtimétricas em perfil devem indicar as estacas numeradas para cada 1m e as percentagens e comprimentos das rampas, dentre outros elementos de curvas de concordância vertical;
no projeto de pavimentação de pavimentos flexíveis, ainda não é possível utilizar o novo método de dimensionamento nacional, já que a IS-211 determina o Método de Dimensionamento de Pavimentos Flexíveis, exposto no Manual de Pavimentação do DNIT (2006).