Quando o extensionista não promove
um diálogo que leve em conta as condições
históricas, sociológicas e culturais dos agricultores, a
estratificação social no campo é potencializada. A
transmissão de uma determinada técnica agrícola por
si só não garante a emancipação do agricultor. Para
contornar esse problema, a atuação do cientista
social na gestão das ações extensionistas na
EMATER/RS-ASCAR deve priorizar:
A
O planejamento determinista das ações.
B
O planejamento participativo.
C
A responsabilidade social dos agentes.
D
Conduta ética nas relações internas e com os
atores externos.