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“Hoje, o grande desafio das organizações é justamente superar aquela visão meramente ec...

“Hoje, o grande desafio das organizações é justamente superar aquela visão meramente econômica, tecnicista. É ultrapassar também aquele discurso vazio de responsabilidade social e sustentabilidade sem nenhum comprometimento público. A questão ambiental e a preservação do planeta fazem parte da pauta dos grandes temas da sociedade contemporânea. As alterações climáticas, o aquecimento global, as desigualdades sociais, os grandes desastres naturais, entre tantos outros problemas, são questões que precisam ser enfrentadas por todos os agentes, compreendendo o Estado, o setor produtivo empresarial e o terceiro setor. Todas essas transformações alteraram por completo o comportamento institucional das organizações e a comunicação passou a ser considerada de outra maneira. Assim como a propaganda teve um papel fundamental após a Revolução Industrial, a comunicação organizacional, no sentido corporativo e governamental, começou a ser encarada como algo fundamental e, em muitas realidades institucionais, como uma área estratégica na contemporaneidade.”.

(KUNSCH, M. Comunicação Organizacional: contextos, paradigmas e abrangência conceitual. In: Revista Matrizes nº 8: USP, 2014)


Neste contexto, as ações isoladas de comunicação de marketing e de relações públicas são:


A

necessárias para que a gestão e a governança das instituições atuem em nichos diversificados que possam espraiar a comunicação no sistema um-para-todos.


B

estratégicas, uma vez que as relações de poder institucionalizadas na modernidade líquida se pulverizam em pílulas que aderem a uma comunicabilidade movida pelo conceito da experiência.


C

criticadas, pois em um mundo cada vez mais glocal, é preciso que marca e discurso se aditem, a despeito de existir, atualmente, um público cada vez mais homogeneizado e homogeneizante em meio a discursos polarizados.


D

portadoras de um eficiente planejamento estratégico de comunicação organizacional integrado por considerar o atravessamento de discursos do século XXI caracterizado por realidades tecnicistas.


E

insuficientes para fazer frente aos novos mercados competitivos e para os relacionamentos com os públicos e/ou interlocutores dos diversos segmentos.